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Prazeres confiscados (Parte de uma matéria da REVISTA TRIP # 179 / Julho 2009
“O que eu mais senti falta foi de mulheres. Chegava a um ponto, depois de décadas distante do convívio com elas, que só de vê-las, saber que elas existiam de fato, já era um prazer inenarrável. Não é apenas sexo. Conversar com elas era uma delícia, um mundo novo que surgia como que do nada. O modo de uma mulher de saias sentar, por exemplo, ainda me causa um imenso prazer. Esse foi um dos maiores castigos, a supressão do meu direito humano de estar junto com ‘humanas’.”
Num mundo onde ouvimos, vemos e passamos por tantas coisas horríveis, é bom ler isso...é bom saber da existência de quem pensa assim, como vcs...
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